3 golpes mais recorrentes na internet
Com a facilitação do acesso à internet, milhões de pessoas ao redor do mundo passaram a comprar, vender, negociar e se comunicar online. Mas, é claro, sempre haverão pessoas para se aproveitar da situação. Por isso, no texto de hoje, vamos falar sobre os 3 golpes mais recorrentes na internet.
Para saber como eles ocorrem e a melhor forma de se previnir, continue lendo o texto.
Aqui, você encontra dicas importantes de como ficar mais atento e evitar que esse tipo de golpe aconteça com você ou com algum conhecido.
Vamos começar com o (atualmente) mais conhecido e recorrente dos golpes: o do WhatsApp.
Golpe do WhatsApp
Como mencionamos, ele ocorre com muita frequência aqui no Brasil: seja porque os brasileiros são usuários assíduos do aplicativo, porque ele não é seguro o suficiente, ou porque não percebemos o golpe.
Não é incomum ver pessoas avisando, em outras mídias sociais, que sua conta do WhatsApp foi clonada ou hackeada.
Aliás, esse golpe pode ocorrer de duas formas:
- Os fraudadores usam a foto da vítima em um outro número, e enviam mensagens a conhecidos pedindo uma quantia em dinheiro;
- Os fraudadores, se passando por uma pessoa ou empresa enviam à vítima uma mensagem pelo próprio WhatsApp, solicitando um código enviado por sms. Esse código permite que os golpistas instalem o app em seu celular, bloqueie a conta da vítima e assuma os contatos. Após isso, uma quantia em dinheiro é exigida aos contatos.
Ou seja, em ambos os casos os fraudadores se passam pela pessoa, sob a desculpa de que teve que trocar de número de última hora, exigindo dinheiro de seus contatos.
Nesse caso, o que eu posso fazer? Para conferir os detalhes de como prosseguir em situações como essa, acesse esse post, clicando aqui.
Por isso, esteja atento: nunca envie códigos a ninguém e ative a autenticação em dois fatores. Não dê seu número a qualquer pessoa e não responsa mensagens suspeitas.
Você pode conferir mais dicas nesse outro post que fizemos sobre o tema, basta clicar aqui.
Golpe da OLX
Nesse caso, o que os golpistas fazem é criar uma cópia (falsa) de um anúncio verdadeiro na plataforma, e, ao iniciar a negociação, com o interessado, dizem que estão vendendo o carro para um parente.
Ou seja, uma pessoa (dono do veículo) anuncia a venda do bem, indicando o valor, a forma de pagamento e as informações do veículo. Outra pessoa (o fraudador) replica o anúncio, atraindo interessados (compradores).
No início da conversa, o fraudador comenta que está vendendo o carro para um parente, e a negociação continua. Quando o comprador solicita uma vistoria, o golpista diz que a agendará com seu “parente”.
Então, o golpista entra em contato com o verdadeiro dono do veículo, e agenda a vistoria. Neste momento, o fraudador diz ao dono do bem que quem irá vistoriar o veículo é seu funcionário, ou algo assim.
Contudo, o comprador é instruído a não dar muitos detalhes da negociação, por qualquer motivo que o fraudador possa inventar.
Perceba que, neste momento, o dono do carro e o comprador não sabem das diferentes versões dadas a si pelo golpista.
E então, se o comprador decidir por completar o negócio, deposita o dinheiro da conta do golpista, e não do verdadeiro dono do carro.
E assim se materializa o golpe: o fraudador fica com todo o dinheiro do comprador, que deveria ser entregue ao dono do veículo, verdadeiro interessado no negócio.
Por isso, mais uma vez, desconfie. Em qualquer negociação, especialmente de bens de alto valor, como é um veículo, converse muito, exija detalhes e confira toda a documentação. Se preciso, as apresente a um despachante.
Mas não acredite em toda a vantagem que você vê na internet. Como diz o famoso ditado popular brasileiro, às vezes, o barato sai caro.
Falsos links ou sites
Com o aumento das compras online durante a pandemia de COVID-19, pessoas mau intencionadas viram, então, uma “brecha” para se aproveitar dos consumidores.
Criando sites falsos, idênticos os verdadeiros, fraudadores conseguiram fazer muito dinheiro. aliás, o mesmo acontece quando uma pessoa compra determinado objeto através de um link falso.
No caso dos sites falsos, muitas pessoas não percebem que o endereço eletrônico é diferente do site verdadeiro, seja por uma letra ou outro detalhe. E, acreditando ser o site das propagandas, compram produtos que nunca são entregues em sua casa.
Afinal, nesse caso, cabe indenização? Saiba detalhes de um recente julgado sobre o tema clicando aqui.
Mas então, o que fazer? Nesse caso, o contato para ressarcir valores com o fraudador é quase impossível. Por isso, vá à delegacia mais próxima e faça um boletim de ocorrência.
Também, você pode tentar reaver o dinheiro perdido por meio de uma ação judicial. Para isso, procure profissionais especializados na área.
Nesse caso, fique a vontade para nos enviar uma mensagem através do link abaixo.
Por fim, em resumo, cabe reiterar o que falamos desde o início: fique atento. Você pode se precaver ignorando mensagens de números estranhos em seu WhatsApp e ignorando qualquer pedido de envio de códigos.
Não responda cobrança de valores que você sabe sabe que não gastou, e desconfie de anúncios muito vantajosos.
E, é claro, não deixe de conferir os outros posts do nosso blog. Para acessá-los, basta clicar aqui.
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